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  • Foto do escritorAna Neves

Jurídico antenado, conectado e inovativo, por Sandra Brandão

Esta semana circulou em várias mídias a notícia de que um robô, criado em uma universidade da Califórnia, havia passado em exames de faculdades de direito.


De que forma esta revolução tecnológica tem efetivamente contribuído, em termos estratégicos, para os negócios?


Esta é a reflexão que me vem, quando me deparo com este tipo de informação. E, para além disso, me pergunto como podemos ajudar nossos clientes a tomar as melhores decisões, contribuindo com suas estratégias e resultados almejados.


Para responder a esta questão, vale contextualizar como penso um jurídico estratégico.


Na minha visão, um jurídico estratégico é aquele que conhece de forma profunda a empresa, as pessoas, o modelo de negócio, o mercado, o setor, e direciona suas ações e decisões para apoiar a estratégia da empresa e privilegiar seus times, sócios e acionistas.


Embora esse caminho, na teoria, possa parecer óbvio, na prática, significa um constante reformular de posicionamento. Nos últimos anos, evoluímos de forma significativa nossas técnicas, áreas de conhecimento, assim como a forma de trabalhar e interagir com nossos clientes.


Ao invés de um posicionamento reativo, o jurídico estratégico é proativo. Nos dias atuais, traduz-se por um profundo alinhamento com as áreas de negócio da empresa, assim como uma boa escolha do formato de comunicação.


Nossas interações com clientes envolvem o negócio, mudanças no mercado e futuro. E com isso, conseguimos encontrar oportunidades de evitar custos e riscos, e acima de tudo, deixar a empresa mais preparada para as constantes mudanças no cenário de negócios.


A tecnologia permite uma melhor comunicação e formas mais eficientes de trabalho colaborativo, o que tem feito uma grande diferença nas interações.


Os negócios precisam de respostas rápidas. A tecnologia nos ajudou a reduzir nossos prazos de resposta, de elaboração de contratos, de aconselhamento nas práticas diárias, pesquisa e registro de marcas e muitos outros temas.


Além de investirmos em tecnologia, conciliar a aplicação fria das leis às práticas que valorizam as relações humanas, como a mediação e a transformação de conflitos, tem se revelado uma oportunidade incrível de redução de custos com processos judiciais ou tramites de acordos importantes.


Esta evolução nos mostrou mais uma missão. As pessoas e equipes de nossos clientes também precisavam de ferramentas para melhor desempenharem seus papéis.


Criamos capacitações para que as equipes jurídicas e outros times da empresa possam lidar melhor com conflitos ou gerenciar certos procedimentos, como LGPD por exemplo.


Nosso dia a dia é com empresários, franqueadores, franqueados, CEOs e áreas jurídicas.

Suas empresas estão evoluindo, e muito rápido. Acredito que para sermos cada vez mais estratégicos e relevantes, precisamos inovar de forma constante nossas técnicas, conhecimento e aproveitarmos ao máximo o que a tecnologia tem a nos oferecer.


E por isso gostaria de acrescentar três pontos à definição de jurídico estratégico - ANTENADO, CONECTADO E INOVATIVO.


Sandra Brandão

sócia da BOG Advogados



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